sexta-feira, 16 de abril de 2010

O nascimento do monstro

Domingo passado, 11 de abril, aconteceu o nosso grande evento em homenagem à obra de Lewis Carroll: "Um dia, Alice". Nesse evento tivemos a participação especial do artista Manuhell. Durante a leitura do poema Jabberwocky em inglês e em português por Dennison Ramalho (diretor de cinema) e Thereza Vasques (professora de literatura), houve música ao vivo e a apresentação do ilustrador Manuhell, que criou na hora, diante do público, uma imagem assustadora do monstro fabuloso. Foram lidas as traduções de Augusto de Campos e de Bráulio Tavares (3 versões).
A apresentação musical, com o grupo Frame Circus, Ana Eliza Colomar, Ricardo Melo e Gustavo Cunha, incluiu a participação especial do lendário instrumento theremin, tocado por Paulo Beto, diretor musical do evento. Além da música original criada por Paulo Beto, foi tocada uma versão do poema lindamente musicada por Donovan. (ouça o original AQUI)
Com vocês o monstro Jabberwocky, criado na magnífica festa de desaniverário da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.
Last sunday, april 11th, the Lewis Carroll Society of Brazil had its first unbirthday meeting. Among other activities we presented a series of readings of the poem Jabberwocky both in portuguese and english. During this presentation, there was a musical band playing an original musical peace, including the presence of the legendary instrument Theremin (played by Paulo Beto, the musical director of the event). At the same time, the graphic designer Manuhell created an image of the fabulous monster alive, image that was projected simultaneously of its creation. Enjoy our carrolinian Jabberwocky!
Jabberwocky por Manuhell
Conheça o poema original e as todas as traduções para o português que encontramos AQUI
Theremin
"O theremin é um dos primeiros instrumentos musicais completamente eletrônicos. Inventado em 1919 pelo russo Lev Sergeivitch Termen (conhecido também pela forma francesa do nome: Léon Theremin), o teremim é único por não precisar de nenhum contato físico para produzir música e foi, de fato, o primeiro instrumento musical projetado para ser tocado sem precisar de contato, pois é executado movimentando-se as mãos no ar. Apresentado pelo próprio inventor em 1920, o instrumento opera através do princípio da produção de efeito heteródino em dois osciladores de frequência radiofônicos e consiste de caixa com duas antenas externas, uma que controla a altura, e outra, o volume, ao redor das quais o músico movimenta suas mãos para produzir som. O teremim também tem versões com teclado e com espelho, como o dos instrumentos de corda." Wikipedia
"The theremin, originally known as the aetherphone / etherophone, Thereminophone[2] or termenvox / thereminvox is an early electronic musical instrument controlled without contact from the player. It is named after its Russian inventor, Professor Léon Theremin, who patented the device in 1928. The controlling section usually consists of two metal antennas which sense the position of the player's hands and control oscillators for frequency with one hand, and amplitude (volume) with the other. The electric signals from the theremin are amplified and sent to a loudspeaker. The theremin is associated with a very eerie sound, which has led to its use in movie soundtracks such as those in Spellbound, The Lost Weekend, and The Day the Earth Stood Still. Theremins are also used in art music (especially avant-garde and 20th- and 21st-century new music) and in popular music genres such as rock. Psychedelic Rock bands in particular, such as Hawkwind, have often used the Theremin in their work." Wikipedia

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“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together monsters, desires and fairy tales. Her collages and assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de coisas e rastros de estórias, Adriana Peliano costura monstros, desejos e contos de fadas. Suas colagens e assemblagens são inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”

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