terça-feira, 27 de abril de 2010

A hora do chá



Izabelle Nossa

Bom dia, meninas!

Tantas coisas aconteceram desde que fiquei sem computador… Vou atualizando vocês aos pouquinhos! Hoje, venho falar desse evento - o “Um dia, Alice”, que aconteceu em abril em São Paulo.

A Adriana Peliano, organizadora do evento e dona deste blog aqui, me convidou para criar e desenvolver os aventais que seriam usados pelos garçons. Tudo personalizado, gente, olha só que luxo. Então, a Adriana me enviou a ilustra do Chapeleiro Maluco, e estampamos nos aventais, que tinham a saia em jeans. Foram 4 aventais feitos, ou seja, 4 garçons elegantes e sinceros desfilando e servindo os convidados.

Olha só como ficou:


Foi um trabalho que, apesar da simplicidade, eu adorei fazer, pois pude constatar o quanto as pessoas confiam na minha equipe e no minucioso acabamento que empregamos em cada peça, e entregam seus pedidos em minhas mãos de olhos fechados, visto que toda a negociação foi feita por e-mail, e os aventais chegaram no dia combinado, exatamente no dia da festa.

Agradeço à Adriana e a todas outras clientes deste Brasil afora que “confiam no meu taco”!

À la prochaine, Adriana!


Fotos: Izabelle Nossa.
Fonte BLOG DA IZABELLE: Atelier de criações Românticas e poéticas (Salvador / BA).



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“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together monsters, desires and fairy tales. Her collages and assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.” “Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de coisas e rastros de estórias, Adriana Peliano costura monstros, desejos e contos de fadas. Suas colagens e assemblagens são inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas estórias, abrindo portas para o maravilhoso.”

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